
Um desempregado em São Paulo
Há algum tempo perdi meu emprego em São Paulo; até aí é “normal" na vida de quem é empregado. Pois bem, após dois meses, dei entrada no seguro-desemprego. Passados seis

Há algum tempo perdi meu emprego em São Paulo; até aí é “normal" na vida de quem é empregado. Pois bem, após dois meses, dei entrada no seguro-desemprego. Passados seis

Quando eu fazia o primário no Grupo Escolar Rodrigues Alves, que existe até hoje na Paulista, era costume levar as bonecas no último dia de aula, que era também um

Quem, nas primeiras décadas do século XX, deixou sua pequena cidade do interior e veio, como se dizia, "tentar a vida" na capital, certamente sofreu um bocado. As histórias são,

Idos de 1969. Primeiro ano clássico, vinte e dois alunos. Período noturno. A classe: uma sala construída para ser uma espécie de almoxarifado, no fundo da escola. Na falta de

Trabalho em um lugar de grande assédio público. Circulam por ali, talvez, uns cinco milhares de pessoas por dia. Portanto, é natural que eu veja de tudo. Todos os tipos

Infelizmente, não tive oportunidade de usar o meio de transporte, talvez, mais charmoso deste mundo, o bonde. Época de senhores e senhoras elegantes. Mas o ônibus, este conheço faz tempo.

Quem usufruiu desse meio de transporte não pode tê-lo esquecido. Nada mais prazeroso do que andar nos bondes abertos no verão. Tinha também os fechados, chamados popularmente de camarão. Lembro-me

Tenho origem em uma família pobre, daquelas pobrezas dignas das famílias descendentes de imigrantes. No meu caso, de italianos por parte de mãe e espanhóis por parte de pai. Família

Em 1962, eu comecei a trabalhar como "contínuo" (hoje office-boy) em um escritório da Rua XV de Novembro, 228, que na época era um endereço bastante nobre da cidade. Meu

Era uma noite morna de verão. Eu tinha lá os meus oito anos de idade. O ano corrente era 1969. Estava na casa de meus avós paternos, que ficava na
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