
O assado de Natal
Meu pai, Sr. Manuel, era muito conhecido pela facilidade em fazer amizades e pela incrível habilidade em abater porcos e cabritos na ocasião das festas de Natal, Ano Novo, Páscoa,

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Da janela da casa da vovó Luiza, em Itaquera, ou acompanhado de Dona Helena, minha mãe, tive a oportunidade de conhecer o ônibus "210 – Itaquera – Parque Dom Pedro

Quando era criança, o futebol se destacava. Não tinha jeito; parece que nascemos com a bola na mão, ou melhor, nos pés. Jogávamos descalços e chutávamos de todo jeito. Nunca

Li outro dia um texto do amigo Lopomo que falava sobre o sumiço dos balcões nas vendas/empórios, motivado pelo surgimento dos supermercados ao estilo self-service. O texto ativou minha memória

Norberto, meu colega de empresa (Divisão de Cosméticos da Rhodia S/A), passara dos quarenta; teria exatamente quarenta e dois anos, pelo que apregoava. Informes fidedignos do departamento pessoal, porém, eram

A vida corria mansa lá pelos idos de 1969/1970. Morávamos na Rua Gaspar Fernandes, situada nas colinas históricas da Vila Monumento, numa casa alugada, com um quintal de terra, uma

Estava eu, sentado no degrau da varanda da frente, sozinho em casa e p da vida por não poder sair para brincar enquanto minha mãe estivesse fora. Contemplava o quintal

Adorava passear de ônibus! Quando pequeno, a partir dos meus cinco ou seis anos de idade, estando só ou acompanhado, ficava observando nas ruas o vai e vem dos ônibus.

Isso ocorre com dois irmãos, um com 16 e o menor com 11 anos, que trabalham juntos numa gráfica de propriedade de dois sócios, um deles, tio materno dos dois

Como tantas vezes, enquanto desfrutávamos a happy hour no altíssimo terraço da Eugenia, tendo a nossos pés uma vista de São Paulo de dar inveja a um cartão postal, olhávamos
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