
Ouvindo rádio em sampa – Capítulo 2
No início dos anos 1950, ouvir rádio era uma coisa gostosa. A televisão ainda estava por vir. Só em setembro é que ela foi ao ar, mas eram poucas as

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Esta malfadada expressão ficou associada a escândalos, golpes, fraudes, deslizes, desmandos e tantas outras mazelas protagonizadas por nossos políticos. O corporativismo existente entre os homens públicos significa que ninguém é

O Mario Lopomo escreveu sobre este tema e me fez lembrar que eu também tinha escrito algo no meu blog, fui lá procurar e achei este texto, postado em 26/03/05,

Em meus tempos de publicidade havia a tradição, creio que hoje extinta, da turma da Criação almoçar junta, quase todos os dias. Era divertido, aprofundava as amizades e o conhecimento

A nossa turma tinha uma programação deveras interessante. Segunda feira jogava bilhar no bar do Valdemar, Rua Casa do Ator esquina da Rua Ribeirão Claro (Vila Olímpia). Terça era dia

Quase que eu trabalho lá. Eram os idos de 63, por aí. Eu trabalhava na agência McCann Erickson, prédio dos Diários Associados, na 7 de Abril, como assistente de arte.

Talvez seja apenas a minha memória afetiva que esteja funcionando neste momento, mas como eram boas aquelas saídas com a minha família para irmos jantar na Churrascaria Recanto Anhangüera, perto

Este era o nome do (aliás ainda é) da casa de lanche que ficou famosa por um atrevido comedor de sanduíches. O PONTO CHIC, apesar de ser no lago do

Gosto muito de dançar. Artur da Távola diz: "Música é vida interior, quem tem vida interior, jamais padecerá de solidão". Eu parafraseio assim: "Dançar é ter vida, quem dança evita

Sair do trabalho e tomar umas biritas no boteco ao lado sempre foi uma coisa normal.<br>No Itaim Bibi, meu local de muitos anos, era na padaria MARIALVA (Rua Clodomiro Amazonas,
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