
Dr. Fernando Gayotto
Sei que nenhum outro profissional me marcou como este. Lembro sempre de um homem magro, grisalho, muito, muito alto – ainda mais para quem nunca passou de 1,62m como eu

Sei que nenhum outro profissional me marcou como este. Lembro sempre de um homem magro, grisalho, muito, muito alto – ainda mais para quem nunca passou de 1,62m como eu

Aqui vai mais um relato do meu querido "Matilde", escola lá do Bairro do Limão, onde estudei nos primórdios dos anos 70. Era o começo do ano letivo, no chamado

O Velho que Lia no Bar Vejo-o há mais de trinta anos. Não é recíproco. Nem deve notar minha existência. Diz a lenda, era funcionário de uma estatal e há

Nunca em vida tinha ouvido uma história assim. Como dizia um amigo italiano: morremos e não vemos nada na vida. Bem, não sou supersticioso, mas reparem o dia 13 de

Recém-casada, lá estava eu tentando organizar a minha vida. Para mim, era extremamente absurda a idéia de ter que cuidar de casa, usar liquidificador. Batedeira, então, nem pensar. Tudo que

Damião, um velho amigo meu, vivia ultimamente meio que aborrecido. Seu casamento de quase 25 anos não ia bem. Ele e sua mulher constantemente discutiam. A harmonia, que sempre imperou

Há quarenta e sete anos atrás, abria na Rua Dona Ana Néri, 282, na Mooca, a casa onde se podia comer o mais delicioso churro, preparado pelo senhor Antônio Garcia

Não quero curtir apenas o passado, ou seja, valorizar ao extremo o que foi melhor, esquecendo as coisas não tão boas que aconteceram ou se sucederam. Afinal, a história é

No dia que o Paulo nasceu lá estava você. Chorava e me dizia: “Obrigado por ter me dado um neto!”. Tão meigo, tão sensível… De padre a "coroinha", no alto

Já afirmei e reafirmei neste site meu amor pelo Bixiga e, lógico, pela minha escola de samba. Na festa de lançamento do livro, tive o prazer de encontrar duas figuras
2023 © São Paulo Turismo S/A. CNPJ: 62.002.886/0001-60