
Mestre Jorge
José Jorge da Silva, ou Mestre Jorge. Meu avô era sapateiro, depois de ter sido agricultor no sertão cearense. Migrou para São Paulo nos idos de 1950, na esperança de

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Darcy era a menina podre de rica, da casa grande, palacete, lá na esquina, no caminho do Parque da Aclimação, aqui de São Paulo. Vez ou outra passava no portão

Era a última noite de 1994. Passagem de 94 para 95. Eu, completamente e doentiamente apaixonado pela namorada que estava longe porque havíamos brigado dias antes…no natal. Era uma relação

Pleno início dos anos 50, meninos éramos, e do interior para São Paulo viemos e nossos pais se estabeleceram (comércio/residência) na chamada Parada Petrópolis, em razão da linha de bonde

Existem diversos tipos de heróis… Temos heróis famosos, heróis anônimos e muitos heróis que foram esquecidos pelo tempo, pela mídia e pela população. Gostaria de relembrar e citar alguns, que

Na década de 1950, o futebol paulista era uma verdadeira seleção mundial de futebol, é muito triste não temos filmes, ou gravações, ou videoteipe, não existia na época, não tinha

Anos 70. Acho que, definitivamente, envelheci. A memória recente é meio falha às vezes, mas a remota… Lembro de cada coisa que nem eu mesma acredito! Esta é uma. A

Giuseppe Grassi imigrante italiano aportou no Brasil em 1896, vindo da Itália na província de Salerno na região da Campânia na cidade de Pellezzano, como o próprio nome de Casale

Estava lendo a história do Ailton Joubert sobre tomar conta dos carros para ganhar uns trocados no final de semana lá no Brooklin, e a briga do seu irmão Ito

Antigamente eram conhecidos como garrafeiros. Passavam pelas casas recolhendo garrafas vazias (o grito: garrafeiro!). O tempo, a sociedade consumista mudou o panorama, os papéis, papelões, latinhas de cerveja para reciclagem
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