
Jarinu à São Paulo
Madrugada fria, tudo escuro, nem sinal do dia nascer, a cabeça num turbilhão de pensamentos, parecia levitarem o meu corpo, tal a ansiedade pela tão esperada primeira viagem de trem

Madrugada fria, tudo escuro, nem sinal do dia nascer, a cabeça num turbilhão de pensamentos, parecia levitarem o meu corpo, tal a ansiedade pela tão esperada primeira viagem de trem

Doris Day escreveu, e bem, sobre seus postais paulistanos. Quem não os tem? Não sou exceção, então aqui vão os meus, mais emocionais que tradicionais. A antiga entrada de S.Paulo,

Me lembro de lugares inesquecíveis em São Paulo. Resolvi partilhar com vocês, leitores, os meus cartões postais sem ordem de importância, apenas na ordem da memória. 1) MASP – é

Madrugada fria, tudo escuro, nem sinal do dia nascer, a cabeça num turbilhão de pensamentos, parecia levitarem o meu corpo tal a ansiedade pela tão esperada primeira viagem de trem

Foi por volta de 1950 e nem morávamos em São Paulo. Mas a família de minha mãe, numerosa e unida, sempre requeria atenções. Sempre que vínhamos a São Paulo era

Este ano, mais precisamente no mês de novembro, comemora-se os 160 anos do ensino Normal em São Paulo. Em 1835, o maior estadista do primeiro império, Padre Diogo Antonio Feijó,

Não esqueço a primeira vez que reparei nela, subindo a Martiniano de Carvalho. O trânsito parou e pude ver as estátuas de pedra e os mascarões me encarando por detrás

Dizem que memória de velho é sentimentalista, piegas e coisa e tal. Não concordo, velho não é um ser depreciativo, é uma pessoa que viveu, bem ou mal, não importa.

Antes de construírem o Shopping Morumbi, havia ali um pântano e do lado um campinho onde eu e muitos garotos nos reuníamos para bater uma bolinha de final de semana.

Na cidade onde eu nasci era comum as mocinhas fazerem o "footing" na saída da missa ou após o cinema nas ruas centrais da cidade. Era a "paquera" da época.
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