
Os cinemas da minha vida
Quando menina meu pai me levava à sessão zig-zag no Cine Dom Pedro, que ficava no Anhangabaú. E meu pai contava a seguinte história: uma vez, o porteiro disse que

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Década de 60, estávamos talvez no momento de maior transição da humanidade, corrida espacial, contracultura, mini-saia, Pelé, revoluções estudantis pipocando tanto aqui quanto mundo afora, Guerra Fria, Beatles, Roberto, Elvis,

No meu exercício de memória e inspiração para escrever, sempre gosto à noite, desde garoto, quando escrevia as cartas (para as mina – mora). Tenho ainda na mente a implosão

Minha mãe nasceu no bairro da Mooca em 13 de agosto de 1928. É apaixonada por São Paulo e gaba-se de ter presenciado grandes eventos da história da cidade. Um

Hoje, no desempenho de minhas atribuições de organizador de eventos do Grupo de Autores Paulistanos, tive de ir ao encontro da Clarinha – aquela que foi, espero, por pouco tempo

Parque da Água Branca, ali nas Perdizes, no triângulo formado entre a Avenida Francisco Matarazzo, Ministro de Godoi e Germaine Burchard, com 136.000 metros quadrados e cerca de três mil

Nasci e me criei na Rua da Consolação, nº. 2717. Hoje lá está um prédio de doze andares. Li em um jornal da capital sobre o fechamento do Bar Riviera,

Sras., srs., tenho um amigo que é fotografo da 25ª. da Polícia Civil que sempre convidava-me para ir ver o Museu do Crime (na Acadepol). Nem de crime gosto, quanto

Lembro-me como se fosse ontem! A primeira vez que vim a São Paulo, na época morava em Socorro e tinha seis anos de idade, lá pelos idos de 1950. Descemos

Lá pelos anos de 1960, a cidade de São Paulo, principalmente o centro, era o local onde íamos passear. Tinha os melhores restaurantes, teatros e cinemas, todos muito luxuosos. Eu
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