
Gato preto
Quando morava na Vila Formosa, pelos idos de 50, um bairro então carente de infraestrutura, e em crescimento, percebia-se que, abandonados pelas ruas do bairro, havia muitos cães vira-latas e

Quando morava na Vila Formosa, pelos idos de 50, um bairro então carente de infraestrutura, e em crescimento, percebia-se que, abandonados pelas ruas do bairro, havia muitos cães vira-latas e

Tenebroso viúvo, inconsolado príncipe da noite, em triste rebeldia é sumida a tua estrela, e há na tua sumida constelação o escuro da solidão. Procura então, em vão, por este

Com um semblante profundamente tenso, olhos arregalados, ela corria, segurando avidamente a sua bolsa pendurada no ombro. Roupas humildes, cabelo preso. Descia a rua levemente íngreme em mais um dia

Esta é uma história inusitada que embora tenha acontecido há tantos anos atrás não consigo, por mais que queira, esquecer. Estávamos no meio do inverno do ano de 1951. Meu

Morávamos na Rua Sete Lagoas, na Penha e meus padrinhos moravam algumas casas acima da nossa. Minha madrinha ia todos os dias visitar seus pais (com quem morávamos) e levava

De uns tempos para cá, a cidade de São Paulo, bem como outros centros urbanos, se deteriorou. Sorte da especulação imobiliária. Se num determinado lugar a paisagem já não é

Início dos anos 1950 – Vila Clementino – São Paulo – SP. Quarteirão da Leandro Dupré, no ladeirão entre a Loefgren e o córrego Minhocão (sei lá se esse era

Éramos jovens, eu um garoto de apenas 14 anos, recém- saído das calças curtas e ela uma graciosa e sardenta menina de rabo de cavalo, estávamos verdadeiramente apaixonados; uma coisa

Não sinto saudades do ontem prefiro a esperança do já, do agora do hoje, do amanhã. O passado é como um relógio que atrasa e por isto não adianta. O

Naquela época, vou dar-me o prazer de recordar, o ano era 1968 quando me sucedeu a aventura de ter mudado a minha atitude profissional, dando um tempo agora, depois de
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