
Personagens – Parte 2
Dentro das minhas memórias do bairro do Cangaíba, não posso esquecer da véspera do dia de São Pedro. A avenida onde eu morava foi uma das poucas a receber o

Dentro das minhas memórias do bairro do Cangaíba, não posso esquecer da véspera do dia de São Pedro. A avenida onde eu morava foi uma das poucas a receber o

O Parque do Ibirapuera me é bastante familiar. Desde criança por lá andava, início dos anos 1950. Geralmente de bicicleta era tudo aberto, não havia cerca ou grades. Eu, que

Lá vamos nós novamente para o numero 291 da famosa Rua Augusta. Muito já escrevi sobre minha vida nesse endereço e, quanto mais escrevo, mais minha memória fica aguçada e

Eu me lembro muito bem do ônibus elétrico. Grande, azul escuro, imponente, elegante. Quando pequena, confesso que tinha medo dele. Mas eu subia os degraus com o auxílio da minha

Nunca em vida tinha ouvido uma história assim. Como dizia um amigo italiano: morremos e não vemos nada na vida. Bem, não sou supersticioso, mas reparem o dia 13 de

Até metade da década 80, nos domingos pela manhã, em padarias que variavam de bairro para bairro, os “boleiros” do bairro se reuniam para jogar pelo time varzeano do eventual

Aquela minha saída para mais um trabalho como office-boy prometia ser diferente. Era uma tarde ensolarada do outono de 1966. Embarquei num ônibus “Circular Avenidas”, da viação Santa Brígida que,

Ao ter meu primeiro carro, fusca, verde-amazonas, 69, eu e a Myrtes começamos a fazer planos de viagens. Por impossibilidade financeira e com os filhos chegando (cinco), pra nunca mais

O Velho que Lia no Bar Vejo-o há mais de trinta anos. Não é recíproco. Nem deve notar minha existência. Diz a lenda, era funcionário de uma estatal e há

Em 1980, mês de maio, peguei o ônibus elétrico ali perto da Estação da Luz, em frente ao restaurante São Carlos, e fui até à Cidade Universitária, para prestar um
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