
Carnavais têm suas cinzas…
Quanto riso, oh quanta alegria…No final da década de 1970 o carnaval de salão, com marchinhas, era grande diversão para os jovens paulistanos. São Paulo ainda não havia sido tomada

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Não sou paulistana, porém sei muito sobre as emissoras de rádio, por onde o som vinha perfeito, sem chiados, à minha cidade. Infelizmente hoje não consigo ouvir nada por ondas

Aos domingos as ruas do bairro ficavam sempre em festa, com pessoas que iam e vinham das missas nas igrejas Cristo Rei, N. S. do Bom Parto ou da Capelinha

Lembrei de uma história futebolística. Eu devia ter 15 ou 16 anos e o Círculo Israelita, que ficava na Av. Angélica, estava montando um time de futebol de salão juvenil,

Aê manoBelêTo só vendoEsperandoO domingão chegaDia de folgaDia de jogoÉ tricolô no MorumbiPalco encantadoDe grandes espetáculosBora, agora!Os da IndependenteOs da DragãoMuita raça, muita genteGente de montãoMano de todo ladoOs de

Após ganharmos a copa do mundo de 1970, lembro-me da comemoração em plena Av. Santo Amaro, o amante de futebol José Dias (ex-diretor de futebol do São Paulo) entrou com

Li outro dia uma crônica abordando o tema de sorvetes e emoldurando famosa e tradicional sorveteria paulistana, a Casa Whisky, lá da Praça Marechal Deodoro. Como se costuma dizer que

1946 – depois de um "rachinha" no Parque Dom Pedro II, nos reunimos no salão de recepção da paróquia de São Vito Mártir. Quase todos Congregados Marianos, dirigidos pelo Roque

Tenho lido alguns relatos no site e também tive uma infância sensacional na cidade. Ia muito ao centro, pois meu pai trabalhava lá. O programa era ir com minha mãe

“Tem certos dias em que penso minha gente, e sinto assim todo o meu peito se apertar…", ouvindo essa linda letra de “Gente Humilde”, de Chico Buarque, cantada por Fagner,
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