
O esporte mais querido
Francisco Lemi Filho, de propósito ficou intrigado com o texto Futebol Brasileiro de nossa autoria e também outros saopaulinos. Vou falar-lhe a verdade. Aprecio muito o esporte da bola, o

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Passaram-se cinqüenta anos, e então, um velho rock-balada recomeçou a martelar meus ouvidos. Crazy Love, sucesso de Paul Anka, ídolo neste desaparecido gênero, bem como Neil Sedaka, Johnny Restivo, Pat

Não tinha jeito, toda sexta-feira era a mesma coisa, quando garoto, com 9 a 11 anos, mais ou menos, a diversão era trabalhar na feira. Logo cedo ia carregando água

Não pode parar. Uma cidade cresce, acotovela-se, dobra-se sobre si mesma, e ao mesmo tempo alarga-se. O seu cantor caminha, acompanha-lhe os movimentos, viadutos e malocas. Mudam-se os tempos e

Ao ler a crônica do Sr. Nelinho, em que ele cita o Taxi Dancing, onde cantava o já saudoso Francisco Egidio, lembrei-me do Avenida Danças na Av. Rio Branco, onde

Longe de fazer propaganda (a Kibon nem precisa), gostaria de recordar as então tradicionais promoções de "marketing" que a Kibon fazia (cuja fábrica ficava no Brooklin), nos anos 50 e

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O cantor Francisco Egydio nos deixou no último dia 17 de outubro, aos 80 anos de idade. Eu o conheci na década de 50 quando ele era crooner da orquestra

Na década de 60 tinha um cinema chamado Ouro. Ficava na esquina do Largo Paissandu com a Antonio de Godoi… Certa vez, li num jornal que o tal cinema era

No início dos anos 60 surgiu no mercado um selo de uma gravadora nova: Young, do Solano Ribeiro e Miguel Vaccaro Neto. Os jovens cantores que faziam parte dela e
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