
Bêbados e loucos? Todo bairro tem um pouco
“Olha aí a Cabelinha!”. Esta frase ouvi umas tantas vezes entre minha infância e adolescência. Uma frase que parece não fazer sentido nenhum; contudo, pra quem conheceu o "Bom Cabelo",

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Há uma história da princesa em Sampa, aquela singela mulher que não está mais entre nós. Pois então, já recebemos em Sampa aquela rainha idosa que manda na Inglaterra, e

Estávamos em 1966, a crise era enorme, mas bem menor do que as que ainda viriam. Mato Grosso era o apelido de Alcebíades Callis – que eu lhe tinha dado

Faz quase trinta anos que conheci a Maria. Pessoa doce, simpática, sempre com um sorriso bom. Maria Carmem! É a prima do meu marido, prima querida. Quando começamos a namorar

Depois de dizer muitas coisas ruins da Vila Olímpia, fui intimado pelo meu subconsciente a dizer algo de bom. E o que dizer de um bairro que me pareceu fadado

Ainda teremos seu nome registrado nas páginas do Diário Oficial do estado de São Paulo, como uma homenagem de Sampa a você, Dr. Saulo Costa e Silva, em face ao

Alegria maior não poderia a mãe de Nino ter, na sua vida de viúva com o seu único filho. O menino tudo aprendia o que lhe era ensinado. Em casa

“E agora?”, pensou o Diniz. “Em que sinuca de bico fui me meter…”. Não havia como escapar. Tinha dado sua palavra ao Tião, meu redator, mas seu mentor na agência

A dupla sertaneja Alvarenga e Ranchinho – Os Milionários do Riso, que fez muito sucesso nos anos 50/60/70, começou se apresentando em circos no interior do Estado de São Paulo.

UM CURSO CHAMADO LOURENÇO É sexta-feira à noite. Há música na casa de esfiha da esquina. As vozes de dois cantores invadem a sala. Lourenço fala lá na frente, embalado
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