
A malandragem da praça da Sé
Na década de 70 era comum, depois do almoço, as pessoas ficarem sentadas em praças, somente para ver o movimento e depois retornar ao trabalho. A Praça da Sé era

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Muitas e antigas árvores abrigavam pássaros de várias espécies que ali faziam seus ninhos e alimentavam seus filhotes. Sob elas, alamedas tortuosas e ajardinadas compunham uma paisagem romântica e tranqüila.

Fins da década de 40 e início da de 50, curti muito aquele quadrilátero compreendido entre a Praça Ramos e Praça da República. A parada no Mappin era obrigatória. Ali

Comecinho da década de 60, o moleque (eu), pré-adolescente, percorre caminhos até então desconhecidos. Descendo a João Teodoro, surpreende-se com a bela e enorme chaminé da "Força Pública" e, esquina

Como mudam as coisas no mundo! Os valores, as necessidades, os anseios e até os motivos das alegrias e das tristezas, por vezes, se diferenciam de ontem para hoje. Grande

Lendo hoje umas histórias sobre trilhos e bondes, cliquei aquele botãozinho mágico em minha memória e voltei ao ano de 1945.Morava na Rua Rubino de Oliveira, no Brás, bem em

Meus 50 anos coincidem com os do Parque do Ibirapuera do qual tive a sorte de ser vizinha durante bons e ricos 20 anos de minha vida!O Ibirapuera era a

Aproveitando a cronica do Sr. Rubens Rosa, que comenta sobre a praça, da qual em períodos de insanidade proclamo-me proprietário, a Praça da República, pois ali vivi minha juventude no

Uma das atrações de São Paulo nos 50 era sem dúvida os bares centrais e suas atrações gastronômicas da época. Destaco para isso os famosos pezzos de pizza, quando não

A década era a de 40 e eu fazia o ginasial no Acadêmico São Paulo, onde convivi com pessoas que jamais apagarei de minha memória: o Bira (Ubirajara Silva Alves),
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