
Braz com Z
Falar sobre o Braz causa um certo desconforto porque ele, apesar de ainda estar lá com o devido progresso, habitantes novos de diferentes origens, mantém as mesmas ruas, praças, e

Falar sobre o Braz causa um certo desconforto porque ele, apesar de ainda estar lá com o devido progresso, habitantes novos de diferentes origens, mantém as mesmas ruas, praças, e

Estava lendo uma das histórias destas páginas, escrita pela Rita Cássia Oliveira, com o título de Perdizes, meu bairro, onde ela fala que estudou no Colégio Santa Rosa de Lima,

Na década de 70, muitas novidades e fatos inesquecíveis aconteciam no mundo. Eu e muitos jovens na época ouvíamos as belas músicas dos Beatles, Bee Gees, Elton John, John Lennon,

“A nossa turma é boa. Boa, boa, boa! E é da Freguesia. Ia, ia, ia! Rá, tchim, bum. Paulista, Paulista, Paulista!” Era assim cantando, que comemorávamos nossas idas e vindas

"Eu vou voltar aos velhos tempos de mim" De 1963 a 1967 estudei na Escola Agrupada Municipal Professor Linneu Prestes, em Santo Amaro, meu bairro querido, onde nasci, estudei, trabalhei

Era conhecida por Fuscão. Não sei o motivo, talvez porque ela gostasse daquela "música insuporchata”, que falava de um Fuscão e que, à época, tocava exaustivamente, sei lá.<br><br>Andava ali pelas

Rua Aurora, 901. Lá pelo ano de 1960 meu irmão Francisco juntamente com o seu cunhado Augusto eram proprietários de um Restaurante de massas, que ficava atrás do Cine República.

Quando releio a "Canção do Exílio", de Gonçalves Dias, podem achar loucura, mas não tenho como não me reportar para onde eu moro. Talvez quem leia este texto pense que

Meu pai chegou a casa (quarto e cozinha num cortiço do Bexiga), chamou minha mãe de lado e falou qualquer coisa que eu entendi como: – Vão fechar a fronha

Meu nome é Sergio Braga de Faria. Nasci, cresci, estudei, casei, separei, tive meus quatro filhos (Thiago, Danillo, Sophia e Thainá) no bairro da Praça da Árvore, zona sul da
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