
Saudoso Adoniran
“Moro em Jaçanã, se eu perder esse trem que sai agora às 11 horas, só amanhã de manhã” Provavelmente todo mundo já cantarolou os versos de uma das mais famosas

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Era Novembro de 1950 e meu pai me levou ao Parque Antártica, para ver um jogo do Palmeiras. Meu irmão José também foi. Não era esse estádio de hoje com

Há mais de trinta anos conheço o “Forró”. E ele mantém, quase intactas, as características com as quais o vi pela primeira vez, logo que cheguei aqui no Jabaquara. Esse

Em 1932, um jovem dentista do Brás, então com 25 anos, já fazia carreira profissional.Como todos os paulistas, Francisco Antonio de Miranda engajou-se na Revolução Constitucionalista e conserva até hoje

Nos anos 60 eu fazia parte do movimento de esquerda política estudantil de S.Paulo, pleno governo militar. A Hebe Camargo gravava o programa dela todas as quartas feiras no teatro

Foi nos conturbados anos negros do final da década de 60 que o conheci, quando cursava o então curso clássico no Instituto de Educação Professor Alberto Conte, em Santo Amaro.

Bonita elegante, loira de cabelo a altura do ombro, idade de 30 a 35 anos. Seu nome Irene. Andava sempre na moda, e na metade dos anos 1960, a moda

Era 1965, a situação do país era muito ruim. Fazia um ano que os militares estavam no poder, e o Brasil numa forte recessão. Havia muito desemprego. E nesse meio

Numa pequena Rua do Brás, espremida entre a avenida Rangel Pestana e a linha do metrô, cerca de 50 pessoas reuniam-se todas as sextas-feiras à noite para ouvir os maiores

Dona Linda é o apelido de minha mãe, batizada por Deolinda. Nascida em Sertãozinho (SP), perto de Ribeirão Preto, veio mocinha viver na capital, o que adorou, pois era muito
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