
Gardel no Brás
Numa pequena Rua do Brás, espremida entre a avenida Rangel Pestana e a linha do metrô, cerca de 50 pessoas reuniam-se todas as sextas-feiras à noite para ouvir os maiores

Numa pequena Rua do Brás, espremida entre a avenida Rangel Pestana e a linha do metrô, cerca de 50 pessoas reuniam-se todas as sextas-feiras à noite para ouvir os maiores

Dona Linda é o apelido de minha mãe, batizada por Deolinda. Nascida em Sertãozinho (SP), perto de Ribeirão Preto, veio mocinha viver na capital, o que adorou, pois era muito

São Paulo é realmente incrível, principalmente no que se trata da união do seu centro histórico com a cultura popular brasileira. Em frente à igreja São Francisco, centro da cidade,

A rua onde nasci era de terra, e quando chovia, para desespero de minha mãe, transformava-se em um "mar de lama". Mas calma! Sou de um tempo em que "lama"

Rodrigues, também conhecido como tatu, veio do Rio de Janeiro. Jogava no Fluminense, quando ele veio para o Palmeiras, em 1949, Jair Rosa Pinto também veio, no mesmo ano. O

Era bem baixinha, já velhinha, tortinha, mancava de uma perna. Não sei se era negra ou se a sua cor escura era devida ao fato de não tomar banho há

Sexta feira, pp. faleceu a professora Maria de Lourdes Poter da ECA-USP. Minha professora de artes e comunicação onde eu, como aluno da terceira idade e os rapazes e moças

Nos anos 50, provavelmente entre 1955 e 1960, fui com meu pai (já falecido) à galeria do Vale do Anhangabaú ver "Silk" (não sei se é assim que se escreve)

(parte I)Em homenagem ao Dia das Mães que ocorreu dia 13/5, ou seja último domingo vou contar a história de uma mãe fantástica: a minha.O nome dela era Maria de

Esse era meu irmão. Um cara que nasceu para mexer com engenhocas. Gostava de um barulho. A começar de criança com aquele barulho de mãe xingando por causa da sujeira.
2023 © São Paulo Turismo S/A. CNPJ: 62.002.886/0001-60