
Tia Norma – que tem a cara de São Paulo
Infeliz daquele que não tem uma tia Norma. Aliás, eu já disse isso a ela algumas vezes. Na verdade, é minha madrinha, que me crismou na catedral ainda nos anos

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Sou paulistano e penhense, com muito orgulho, claro! Nasci no Hospital Nossa Senhora da Penha em 1957, e me lembro que desde que me entendi por gente ia ao médico

Quero agradecer a todos do fundo do coração (gostaria de e ainda vou conversar com todos) pelas mensagens e cumprimentos que recebi pela história da minha Vó, agora vou escrever

"O seu Fon-Fon chegou O seu Fon-Fon chegou Mudou, mudou, mudou… E agora prá que lado eu vou?" Esse era o refrão da música composta pelo Juca Chaves "em homenagem"

Miguel, magnífico moço de maio. Manuseando manuscritos muitos meses mantidos, minha mente mesmo mediana, mas magistralmente motivada, mesclou, em modesta montagem, múltiplas mensagens, mirando mais meu modelo de mano e

Vou falar de um homem que viveu em casas de madeira, porões e bares pouco iluminados, cenários onde poderíamos tê-lo conhecido em vida. Poderíamos ter compartilhado alguns momentos de sua

Nos idos e inesquecíveis anos 1950, aqui no Brooklin/Petrópolis, num campinho gramado, onde a garotada jogava bola, onde começou o clube Indiano, que hoje está lá para os lados da

O artista tem que viver entre o povo, embora não deva fazer concessões à popularidade. Ser popular não é o mesmo que ser vulgar. O "xis" da questão está em

Não irei falar do personagem vivido por Richard Harris no filme "Um Homem Chamado Cavalo", mas sim de uma pessoa da minha infância, que no começo dos anos 60 habitava

Do Zeibar`s fascinada olho o colorido dos arcos. Escrito no imaginário: vem/vem/vem transpasso o lilás, azul, vermelho Início/fim da Avenida Paulista. És mulher e olhar tua beleza é inevitável. Percebo
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