
Ajuda inesperada
Escrevo meus versos e textos ouvindo sua orquestra tocar e, entre uma rima e outra, com a pausa para vê-lo regê-la. Hoje, apenas um "pedaço" dela… Como você bem esclareceu:

Escrevo meus versos e textos ouvindo sua orquestra tocar e, entre uma rima e outra, com a pausa para vê-lo regê-la. Hoje, apenas um "pedaço" dela… Como você bem esclareceu:

Desde que me conheci por gente, vivo o que me foi ensinado do orgulho que é ser paulistana. Por meus avós maternos, que muito contribuíram para esta cidade, participantes ativos

É com muita saudade que lembro de uma empresa de tecelagem de cadarço em que trabalhei e passei momentos felizes, pois a amizade que cultivamos ali era saudável, boa e

No ano de 1962 eu trabalhava meio período em um armazém de secos e molhados (empório) no bairro da Penha, cujo proprietário era diretor de uma famosa escola na Rua

Em 1972 recebia eu da Auto Escola a então sonhada C.N.H. – Carteira Nacional de Habilitação, apesar de que já tinha certa experiência em dirigir veículos antigos, tais como Gordini,

Éramos os jovens mais unidos de Santana, pois todas as noites após um dia estafante de trabalho nos encontrávamos para cursar o Colegial no Prudente de Morais. Nós éramos eu,

São Paulo, 1968, eu já casado, já tinha vivenciado com minha esposa o aborto daquele que seria meu primeiro filho, morando naquela altura dos acontecimentos na Rua Maria José, 27,

La pelos anos 40/50 minha avó Rosalina morava no bairro do Ipiranga, na Rua Dr. Mario Vicente. Sua casa era a última aos fundos de um corredor de quatro casas.

A primeira vez que fiz uma visita ao Memorial foi em dezembro de 2006, tendo retornado no final do ano passado. Impossível descrever com exatidão as emoções vivenciadas ali.O Memorial,

Foi no ano de 1950. Ela me convidou para um baile de formatura nos salões do Clube Paulistano, nos Jardins (esquina da Oscar Freire com a Rua Augusta), um clube
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