
Saudades da Vila Ré
Morei na Vila Granada, na Rua Americo Fontineli, aonde mora até hoje meu pai. Quando me casei fui morar na Rua Jarauara, na Vila Ré. Lá morava o Sr. Ossires,

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Lá pelos anos 70 a 80 não havia muitos ônibus. Eu morava no Grajaú, na Zona Sul da cidade de São Paulo. Apesar de ser um lugar pitoresco, na época

São Paulo é pura história, saudosa história. Quando eu era mais jovem, lá pelos idos de 1968, morava em uma república, juntamente com alguns colegas. Nós saíamos para ir aos

Hoje em dia ao relembrar minha adolescência, me lembro da Semana Santa e suas procissões, desfilando pelas ruas, com muitos cânticos sacros, iluminadas por velas onde nunca faltava a musica

Como é bonita e tradicional a Páscoa polonesa. A Polônia e toda aquela região européia fazem uma festa religiosa sem igual, que os imigrantes a mantém até os dias de

Também tenho uma história, que por algumas vezes pensei em criar um livro, mas descreverei algo que me aconteceu há vinte anos: Estava bem casada com um grande homem chamado

Décadas 50, 60, 70 e parte da 80, era comum o Jornal Gazeta Esportiva dedicar espaço diário em sua penúltima folha para os times varzeanos combinarem seus jogos. No espaço

Em 1960, quando eu tinha sete anos, fiquei desidratada e fui parar no Hospital Santa Cruz. Pudera, quase não comia e tomávamos ainda água do poço. Não pelo fato de

Adentrando os imponentes espaços do Instituto Tomie Ohtake, bem ao fundo, ao lado do restaurante, deparamos com duas curiosas exposições, capaz de despertar lembranças saudosas no mais empedernido e circunspecto

Minhas lembranças com relação às festas de Páscoa são ligadas ao Sr. Coelhinho. Os adultos nos motivavam sobre esta festa, com a seguinte frase: “Venha ver o que o coelhinho
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