
Anônimo
Andando pela Barão de Itapetininga, na última vez que estive em São Paulo, parei para dar uma olhada em alguns quadros que estavam no chão, ao meio de outros tantos

Andando pela Barão de Itapetininga, na última vez que estive em São Paulo, parei para dar uma olhada em alguns quadros que estavam no chão, ao meio de outros tantos

Final de semana era tradição, com banho tomado, muito talco e cabelo penteado com um pouco de Brilcrem. Calças curtas com meia branca e sapatos; era uma moda muito estranha.

Onde estão eles? Fiquei apaixonado pelo futebol em 1962 quando pelo rádio, na vendinha do Seu Luiz (o portuga que o meu cachorro Thor brigou por ter errado na conta),

Quando estudante fiz o C.P.O.R. – Curso Preparatório de Oficiais da Reserva – o serviço militar destinado aos alunos de nível universitário. O quartel era bem distante, na Rua Alfredo

Quando desci as escadas da editora e entrei no boteco, vi que as coisas já estavam mal paradas. O Zé estava lá com a turma, e já havia tomado uminha.

Não que eu seja bisbilhoteira, mas às vezes é impossível deixar de ouvir as conversas no metrô de São Paulo. Sem querer a gente ganha acesso a pequenas janelas na

Há tempos aquele relógio estava parado. Na parede da casa da Vila Sônia, uma casa construída com suor e lágrimas durante anos. Nem me lembro quando o relógio parou. Ficou,

(Uma ré na curva do tempo) A velha Mooca se desfaz. Está virando cinzas. Parou por uns anos e voltou a verticalizar-se. E o trânsito intenso expulsou crianças e adultos

Não sou jornalista, escritor, poeta, gostaria de ter um pouco de cada desse dom. Paraisópolis, no ano de 2008, andei por dentro dessa comunidade, conheci pessoas trabalhadoras, encanadores, pintores, empregadas

Chovia fino e fazia frio naquela distante manhã de inverno nos idos da década de 50, aqui na capital paulista, nos lados onde morávamos, Brooklin/Banespa. – Vão com cuidado e
2023 © São Paulo Turismo S/A. CNPJ: 62.002.886/0001-60