
Lembranças gastronômicas
Passo a escrever quase que diariamente aqui e quando não o faço, minha cabeça fica cheia de lembranças e tenho receio de esquecê-las. Portanto, aqui vão mais algumas reminiscências. Nos

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Nossa querida Doris Day nos brindou com um texto primoroso referente ao seu primeiro tailleur. Igualmente soberba é a crônica de Mário Lopomo falando sobre seu primeiro terno. Pegando carona

Mudei-me para São Paulo em 1968 e foi nessa cidade que muitas oportunidades surgiram pra mim. Foi em São Paulo o meu primeiro trabalho. Me lembro de minha irmã rascunhando

Amigos, por força da minha atividade profissional, os amanhãs, às vezes, se transformam em daqui a alguns dias, mas hoje voltei e tentarei terminar minha narrativa. Vamos a ela Nos

Sempre gostei de música. Desde garoto, pedia para o meu pai comprar os álbuns dos meus artistas favoritos. Na época não havia o CD e sim os discos de vinil,

O Sr. Luiz Saidenberg pediu-me para escrever sobre esse tema. Sempre fui fã de carteirinha (e mesmo sem ela) de cinema. Lembro-me, até hoje, do meu primeiro filme: "O maior

Meu irmão me levou a conhecer muitos lugares em São Paulo (começando pelo final da década de 60) onde se comia muito bem e uma coisa da qual não me

Eu era feliz E SABIA! Esta afirmação contradiz o poeta, mas… o que fazer? Ao criá-la, talvez ele estivesse vivendo um instante daqueles a serem prontamente esquecidos. Em sã consciência:

17 de março de 1968. Algumas vezes na semana, eu e minhas irmãs costumávamos sair após o jantar pra ir ao cinema. Todos adoramos cinema, e esse hábito nos foi

Luiz Carlos Gusman, li seus comentários dançantes e me animei a escrever sobre minha estreia na noite dançante de Sampa. Estamos no final dos anos 50, a grande curtiçao dos
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