
“O doutor”
No cotidiano, as histórias nos cercam. Desejando, ou não, somos abarcados, atirados mesmo, em uma refega de fatos e de ilusões que superam muito a nossa vontade de ser, ou

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Nas personagens de Santo Amaro, dedicamos crônicas biográficas, principalmente às pessoas desconhecidas pela mídia, mas que tiveram papel importante na comunidade, com ou sem formação acadêmica, e que deixaram na

Desci apressadamente as escadas do metrô Sé, para embarcar para a Zona Leste da cidade de São Paulo. Naquela época, às dezoito horas, a estação sempre estava lotada de pessoas,

Valentim parou em frente ao prédio que já vira por dezenas de vezes, em suas caminhadas sem destino pelo bairro do Caxingui. Era uma construção alta, o projeto, acreditava, era

Outro dia, escrevi sobre o Sr. Alfredo, meu pai. Com o coração machucado com acontecimentos presentes, não dei o devido valor a lances memorialistas que me envolveram as ideias.

Todos os bairros, cidades tem seu personagem das mais diversas características, tanto para o bem como para o mal, alegre ou triste, feliz e infeliz, malandros, cômicos e assim por

O título pode enganar, mas é apenas o nome de uma pequena despretensiosa e real história: Mudamos de São Paulo, para uma quase pequena cidade do interior, há mais

Foi da década de 1960 a 1970. Margarethe Suida foi a primeira vitima do esquartejador Chico Picadinho. Ela veio da Áustria com o marido para trabalhar em uma firma de

Corria o final do ano de 1963, eu tinha então quase quatorze anos. Ali na antiga Av. Cabuçu, hoje Marechal Eurico Gaspar Dutra, na minha querida Parada Inglesa, no salão,

O filho de Dona Angelina e do velho Kid aos poucos vai descendo do ringue e as luvas gloriosas buscam já seu lugar entre os símbolos dos grandes. Talvez
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