
Parelheiros, outrora um recanto encantado
Ano de 1956, 11 de novembro, às 14h30. Enfim o primeiro respiro e o choro fora do útero materno. Mãe, minha heroína. Cheguei, estou aqui e… Cinquenta e três anos

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O dia tinha tudo para ser um daqueles dias miseráveis. Um dia frio, cinzento, garoava forte e para arrematar, o rádio do carro anunciava greve dos ônibus. Pensei nos meus

Na década de 50, viajar para Jaboticabal, onde moravam meus avós, para passar as festas dos finais de anos, não era só uma viagem, era uma aventura! A viagem era

Lá pelo final da década de 50, nas imediações da Praça Castro Alves, ainda havia dois casarões, daqueles típicos de cafeicultores da aristocracia da Avenida Paulista. Os casarões eram separados

Pensamento: Julgamento do próximo é ato que ultrapassa os limites da matéria e impõe o recurso à espiritualidade. Ano de 1981. Pontal do Paranapanema. Pequeno Município, mas com categoria de

E ainda parece que foi ontem! Eu e minha namoradinha, parados, diante da escadaria monumental que dava acesso a Sala de Projeção do vetusto cinema que emprestava do Largo o

Morava na antiga Rua do Campo, hoje Rua Canhambora, que é uma travessa da Avenida Gapira, no Bairro do Tucuruvi. Viviam em uma pequena casa: eu, minha irmã (Salete) e

Penha-Lapa: o ônibus que atravessava a cidade inteira, sempre lotado, mas que passava a toda hora; tomava-se o ônibus mesmo que não se fosse para a Penha ou para a

Na época em que estranhos fatos me aconteceram, a linha verde do metrô ia apenas da Estação Ana Rosa até a Estação Clínicas, não atingindo, como hoje, a estação Vila

A história que vou contar é verídica, foi publicada pelo jornal "O Estado de São Paulo" de quatro anos atrás, mais ou menos, com uma foto acompanhada de texto. Conto
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