
Andando o dia todo
Em uma ocasião, com 15 anos, em um sábado, saí cedo de casa e fui a pé até o aeroporto de Congonhas e voltei de ônibus. No ônibus encontro o

Em uma ocasião, com 15 anos, em um sábado, saí cedo de casa e fui a pé até o aeroporto de Congonhas e voltei de ônibus. No ônibus encontro o

Eu era bem garoto quando aparava a minha carapinha na barbearia do Dante, na Rua Fortaleza, bairro do Bexiga, lá pelos anos de 1947 ou 1948. O Dante, um “ítalo-corinthiano”,

Eu sou mais um estrangeiro nesta cidade, pois nasci em Londrina – Paraná. Cheguei aqui com um ano de idade e acabei ficando até hoje…<br><br>Logo que chegaram a São Paulo,

Nosso país é rico. Temos a riqueza e a beleza da fauna, das florestas, dos verdes campos, do exuberante prado, das campinas, do solo fértil onde se plantando tudo dá.

Pois bem, tinha meu cunhado, Arnaldo Passacantando, já falecido, trabalhado na Light (seu único emprego na vida), por coincidência, trabalhava lá também o marido de minha prima Amália, Rubens, e

Essa história é real, segundo o meu irmão José, residente no Jaraguá. Tenho uma prima que mora na capital paulista, viúva de um cidadão chamado Rubens. O nosso saudoso primo

Na fila do caixa do mercadinho, ouvimos os gritos: <br>- “Pois o que eu quero é que você morra!”<br><br> Tudo isto porque, quando a mulher levara a mão ao coração,

Retroagindo aos belos tempos de infância paulistana que não mais voltam, quando aqui no Brooklin/Santo Amaro residíamos, veio-me à memória um fato que ficou marcado e que poderia ter sido

Churrasco, churrasco, qual brasileiro que não gosta? Dizem que depois da pizza é o prato preferido do paulistano.<br><br>Garotos ainda, fomos com nossos pais à chácara de um amigo dos mesmos,

Nos anos 60 o programa aos sábados de estudantes pobres e moradores de pensão como eu, era mais ou menos padronizado. Depois de uma semana às voltas com aulas, trabalhos
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