
Sob o céu de Paris
Quando saímos do metrô, uma lufada de vento frio nos atingiu. Levantando a gola do paletó, procurei proteger o peito. E o dia cinza nos acolheu, e engoliu. Andamos algumas

Quando saímos do metrô, uma lufada de vento frio nos atingiu. Levantando a gola do paletó, procurei proteger o peito. E o dia cinza nos acolheu, e engoliu. Andamos algumas

Depois de vista a publicação, fiquei me perguntando por qual razão o site aprovaria um texto de um autor brasileiro qualquer, sobre a minha própria história de amor e vida?

Dias inesquecíveis são aqueles em que não cai botão nenhum da nossa roupa ou, se cair, uma pessoa amável aparece, correndo, gastando o coração, para oferecer-nos, como quem oferece uma

Em uma das noites de sextas-feiras em que eram voltadas para pizza e bingo, ficamos jogando até uma hora da madrugada, elas, as nossas esposas, no bingo e nós no

Bem, vocês já sabem que em 1976 eu e meus pais retornamos a São Paulo. Eu tinha na época seis anos e fui morar no bairro do Belém. Meu pai

Meu pai se chamava Laurindo Convento. Era metalúrgico, morávamos na Vila Paiva, Rua Caçador, tínhamos vindo de Carlópolis, cidadezinha do Paraná. Meu pai gostava muito de circo, fazia números de

Era noite e era fria. Garoava, não chovia. Do alto, ao fundo do estacionamento, uma igreja. Quem rezava? Quem chorava? As almas desalmadas na cidade tão amada. Mal amadas. Bem-me-quer,

Onde estamos afinal? Nossa, estamos em São Paulo. Morei 60 anos aqui e não mudo por nada. Digo para a mulherzinha que se mudarmos para Paris vamos passar férias aqui,

Esta é a primeira vez que escrevo, senti vontade de compartilhar a minha história com vocês, pois ela é igual à de todos que aqui estão. Minhas lembranças são as

Trabalhei no hospital de 1965 a 1973, como escriturário e depois como relações públicas, meu chefe era o Dr. Pier Paolo Gebrini, diretor do hospital… Tenho inúmeras histórias para contar
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