
Pensei que fosse morrer
Certa noite, vindo a pé do meu curso supletivo na Vila Maria Alta, resolvi tomar um táxi. Contei meus trocados e vi que ia dar para pagar. Parei e acenei

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Era por volta do meio-dia e eu estava na Avenida Rubem Berta esperando o ônibus. Naquela época, eu fazia tratamento no Hospital dos Servidores e, como morava na Penha, enfrentava

Lá pelos idos dos anos 50, eu contava com 15 anos, meu pai, soldado da antiga Força Pública, ajudava-me em suas folgas a empurrar um pesado carrinho de madeira cheio

Estou com 77 anos e tenho muitas saudades dos Carnavais da década de 50. Das escolas de samba que se apresentavam na Avenida São João, dos corsos. No início da

Junho/ agosto de 1980. O Gilberto havia sido despedido da C. R. Almeida da obra de duplicação da Anhanguera, em Orlândia. Voltamos para São Paulo, a "Meca" dos empregos, cheguei

Quando certa vez, participando de um “workteam”, equipe de trabalho no centro de treinamento da Instituição financeira em que trabalhava sob a orientação de uma coordenadora, especialista em pedagogia do

Em um tom levemente interrogativo, o meu pai nos convidava a dar uma volta pelos jardins do Museu do Ipiranga. Invariavelmente a resposta era positiva e rápida. Silencioso sempre, o

Será que ainda existe esse lugar? Lendo uma crônica do Arthur Miranda sobre os cães, que ele tão bem imitava, lembrei que nos anos 50, eu como taxista, levei uma

Há alguns dias, caminhando pelas ruas da Vila Mariana, bairro em que moro, observei um motoqueiro xingar um motorista e chutar a porta de seu carro, por este não lhe

Porque “Breve relato II”? Porque o meu “Breve relato” foi publicado em 31 de julho de 2012 e isso me deixou muito agradecida. Pois é, mudamos de Vila Ipojuca para
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