
Oito dias numa UTI do Incor: coisas que nos vêm à mente
– Tragam ele prá cá, bota no leito no leito 34… Depressa… O paciente está encacando… Ele vai travar, anda, anda! Deixa o ressuscitador do lado, monitoriza… Todo mundo, olho

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O ano de 1948 me marcou profundamente. Ficou gravado em minha memória para que eu nunca mais o esquecesse. Vivíamos no bairro da Casa Verde, na rua principal, que

A essa hora, estou procurando na internet como passar o tempo antes de dormir… Lá vou eu, tentando encontrar algo de interessante, que me distraía, até o sono me

Uma das minhas distrações quando criança era ficar ouvindo histórias que os velhos moradores do Ipiranga costumavam contar. Uma delas, que eu gravei na memória, foi contada por um senhor

Gostaria de ser poeta e enaltecer minha, nossa cidade de São Paulo. Para isso, precisaria ter nascido num barraco de uma favela qualquer, ter uma infância sofrida, passado fome, ter

Lembro da minha tia Ondina, ela morava na Parada Inglesa, Zona Norte de São Paulo. Era a irmã solteirona do meu pai… Nossa que palavra feia: solteirona! As pessoas pronunciavam

Brincar é a palavra de ordem, no Parque do Povo. Numa manhã de domingo, um jovem pai com seus dois filhos pequeninos. As crianças ainda sem o domínio das palavras,

Esta história, aparentemente absurda, passou-se em uma época em que a honestidade valia muita coisa. Era o ano de 1968, e eu morava com minha mãe e meus irmãos menores

Este fato ocorreu no ano de 1951, porém não lembro em que mês ou dia. Nesta época contava eu com 16 anos, e como naquele tempo não havia leis absurdas

O dia demorou a passar. Mal conseguíamos conter a ansiedade para saber qual seria o presente que o meu primo Benedito iria trazer para meu querido avô Luiz. A
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