
A saudade sempre presente
Acho que dizer "saudade sempre presente" é redundância, não? É que algum fato marcante pode sempre trazer de volta uma saudade guardada, adormecida, mas sempre presente. Pois foi o que

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Nasci no bairro do Tatuapé, porém toda a minha infância e parte da juventude vivi no Brás, na Rua Vinte e Um de Abril no numero 634. A casa onde

Falei na última vez de como conheci o bairro da Liberdade. Em várias épocas, e situações, sempre foi um lugar extraordinário para mim. De quando em vez ia ver suas

Meus pais e meus sogros sempre contaram com satisfação suas vivências com os vizinhos, no interior. Eram mais do que vizinhos, eram sim verdadeiros amigos. Com que satisfação posso também

Sou um paulistano legítimo, filho de uma paulistana e um pernambucano, nascido no hospital Matarazzo, o que muito me orgulho. Quando eu era pequeno estudei 1 ano no grupo escolar

Valentes, Vagabundos e Ordinários. Este era o currículo que predominava para muitos dos moradores da Vila Olímpia no final dos anos 1950, início dos 60. A Vila Olímpia estava nos

Na metade dos anos 40, quando eu já tinha 6 anos, o Itaim era um simples bairro periférico. Do rio Pinheiros ainda com águas limpas. Havia um hiato grande onde

A rua estreita, de terra, se estendia por não mais de 100 ms, 150, se tanto. Nas calçadas apenas uma pessoa por vez, duas, nem pensar. Na esquina com a

Nasci na Penha, em 1945, onde morei até 1977, quando meu marido foi transferido para o Rio de Janeiro. Tenho muitas saudades do tempo que vivi aí. Saudades dos familiares,

Morei no Tatuapé, mais precisamente na Rua Maria Eugênia (rua da Igreja Cristo Rei, paralela a Rua Tuiuti) entre os anos de 1963 e 1986.<br>Durante estes anos estudei no Colégio
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