
Da glória a sargeta
Poema… é a noite escura de amarguraPoema… é a luz que brilha lá no céuPoema… é ter saudade de alguém,Que a gente quer e que não temPoema… é o cantar

Poema… é a noite escura de amarguraPoema… é a luz que brilha lá no céuPoema… é ter saudade de alguém,Que a gente quer e que não temPoema… é o cantar

Nos últimos dias, olhando com tristeza a doença e sofrimento do amado Rafter – estimadíssimo cão labrador que há nove anos habita a casa de minha amada mãe e irmãos

O Vieira depois de tirar de dentro do bolso do paletó o fumo pegajoso fétido e desfiar com o canivete afiado um naco do tabaco de corda grossa e viscosa,

Parecia um sonho o que estava acontecendo naquela tarde, quase noite; era um domingo, mamãe Izabel, padrasto José me levariam ao Parque Xangai; era eu menino de calças curtas nascendo

Eu aguardava com uma ansiedade positiva. De que formato seria? O que seria? Será que se lembrariam mesmo de mim? Ora, uma escritora sem projeção. Apenas uma cronista, apaixonada por

Meu nome é Orlando Saltini e nasci em 1959 no extinto Hospital Sorocabana no bairro da Lapa (vizinho à Vila Leopoldina). Na minha infância, estudei no extinto Grupo Escolar Luiza

Todos os finais de semana acompanhava meus irmãos mais velhos à catequese na Igreja Nossa Senhora de Fátima, na Penha. Eu não tinha cinco anos de idade, mas absorvia tudo

Tudo começou na década de 60, seria careta se não fizesse. Tudo iniciou na Vila Formosa, começou a me acompanhar…e até hoje não me largou… Carregava no peito orgulhoso os
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