
Ufa!
Onde estamos afinal? Nossa, estamos em São Paulo. Morei 60 anos aqui e não mudo por nada. Digo para a mulherzinha que se mudarmos para Paris vamos passar férias aqui,

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Ano de 1960, eu adolescente, 15 anos, tantas coisas a fazer no domingo no Jaçanã. Primeiro ir engraxar os sapatos, pois não havia tênis, e todo rapaz tinha que andar

Era noite e era fria. Garoava, não chovia. Do alto, ao fundo do estacionamento, uma igreja. Quem rezava? Quem chorava? As almas desalmadas na cidade tão amada. Mal amadas. Bem-me-quer,

Meu pai se chamava Laurindo Convento. Era metalúrgico, morávamos na Vila Paiva, Rua Caçador, tínhamos vindo de Carlópolis, cidadezinha do Paraná. Meu pai gostava muito de circo, fazia números de

Início da década de 60. Eu ainda era menino e morava na periferia de São Paulo. Tempos inesquecíveis. Jogar futebol, ir ao clube, ao colégio, andar na rua sem medo,

Olá amigos, hoje tenho 40 anos de idade. Fui morar na Vila Maria Alta no ano de 1973, na Rua Alves Cardoso, depois na Rua Padre Sabóia de Medeiros e

Quem se lembra da Escola Externato Santo Antonio na Rua Araritaguaba, Vila Maria? Dona Rosalina, pessoa maravilhosa, sua filha, também simpática, que estavam à frente desta escola, levando aqueles (nós)

Deixei a “lan house” às 15h30. Neste horário, os cinco restaurantes por quilo que atendem no meu quarteirão já fecharam para almoço. No meio do caminho, de minha volta para

Era um bairro longe de tudo, loteado pela Cia City, cercado de mato. Não havia a Praça Panamericana, as ruas eram na maioria sem asfalto, a ponte da Cidade Universitária
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