
Os colecionadores
Há pessoas que colecionam frases e pensamentos como se fossem borboletas inanimadas, palavras mortas, folhas murchas e sem vida com as quais se marcam as páginas esquecidas de livros que

Há pessoas que colecionam frases e pensamentos como se fossem borboletas inanimadas, palavras mortas, folhas murchas e sem vida com as quais se marcam as páginas esquecidas de livros que

Sinto cheiro do amanhecer da década de 50, no bairro do Brás. A casa de minha avó, na Cel. Mursa, pela manhã, cheirava a café, pão bengala, comprado na padaria

Por volta dos 50, no semáforo da Rua Jairo Góes, ao lado da Igreja Matriz do Braz, certo dia apareceu um molequinho, cabelos da cor de fogo, pintadinho o rosto

Quantos sonhos lindos, desde meninos,nas ruas acolhedoras do bairro do Brás.Quantos brinquedos criativos foram feitos por suas próprias mãos.Brinquedos que não tinham preço,pois foram feitos com emoção. Vocês meninos, tornaram-se

Durante o ano de 1979, vivi um grande amor no bairro de Santana. Por motivos que fogem ao objetivo deste site, não vou mencionar os motivos que levaram este relacionamento

Nas décadas de 50 e 60 a grande diversão para nós, numa época em que não havia outras distrações, era o futebol no fim de semana. Não o futebol das

Hoje eu consigo sobreviver vários dias sem mastigar um pedaço de pão, mas antigamente a coisa era diferente. Sempre fui um consumidor constante de pão, principalmente os do tipo "italiano"

A gente pode constatar. Por meio de jornais de arquivo ou de filmes (documentários). Nos anos 40, os ônibus do transporte coletivo paulistano eram, no geral, precários. Aquém da necessidade.
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