
Minha infância foi no Barro Branco
Eu morei muitos anos no Barro Branco, Vila Aurora, Zona Norte. Lembro que eu para ir para casa tinha que passar pela porteira da Polícia Militar, era uma casa de

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Outro dia, relembrava alguns fatos que ficaram marcados em minha adolescência. Foi quando veio em minha memória a época em que passei a frequentar a Escola Estadual de Primeiro Grau

O "jogral" no curso primário, as "dissertações a vista de uma gravura", como a professora dava esse título, tinha que ser falar (escrever) baseando-se na gravura que ela determinava. Eu

Quando fiz o ginásio na década de 70, tínhamos aula de Contabilidade. O professor Reinaldo, mestre na área, era severo com os alunos, mas excelente pessoa. Tinha suas "tiradas": aluno

Era uma classe de alfabetização de idosos. Bem lá no Jardim São Luiz. Coisa difícil era resgatar a autoestima e estimular a memória. Já que não existe "cartilha de alfabetização"

Entre 1958/1959) Neste segundo caso eu me vi dentro de um "balaio de gatos" enfurecidos. Foi com certeza a maior "fria" da minha vida. Mudando os nomes dos protagonistas (Não

A minha timidez nunca me permitiu grandes aventuras. Jamais fui chegado a bailinhos, e de Carnaval, então, nem se fala. Na minha infância remota, em Extrema – MG, onde às

Alguns anos já se passaram. Seu nome era Paulinho. Ele era loirinho, sorriso meigo e encantador, típico de criança feliz. Morava aqui na mesma rua que ainda moramos e não

Hoje eu vou contar a história de um grande trabalhador, meu tio João Bossello. Veio da Itália ainda menino, cursou só o primário e já foi para o trabalho. Já
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