
Colchões em minha vida
Os primeiros colchões de que me lembro eram de algodão, palha de milho desfiada, crina, capim, barba de bode ou paina. No início, nem pespontados. Eram simplesmente uns sacos cheios

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24 de fevereiro de 1972. Dia de meu aniversário. Trabalhava, então, numa pequena agência de propaganda na Av.Vieira de Carvalho, mas com importantes contas. E trabalhava muito. No ano anterior,

Todas as tardes, por volta das 17 horas, apareciam na Tv Bandeirante Batman e seu amigo Robin. Sentado à frente do aparelho, um garotinho loiro de olhos azuis acinzentados, mudo,

Catorze anos de Ipiranga (1939 a 1953). Grandes lembranças, Grandes vivências. O Ipiranga de duas etapas de minha vida: uma mais simples, mais popular, mas muito mais humana, onde conhecíamos

Na década de 60, eu trabalhava na Rua Sete de Abril com a Rua Dom Jose de Barros, e também fui morar e trabalhar na Dr. Vila Nova (Vila Buarque)

Ao lançar em São Paulo o projeto "Leitura nas Alturas" o SESC Carmo pretendeu até o final do ano promover a leitura de livros indicados para a Fuvest com a

Comecei minha carreira com professora no sistema estadual de ensino no Jaçanã, zona norte da cidade. Eram os anos de 1968,69,70… Morava na Rua Dona Brígida, praticamente na esquina com

À saída do Poupa-Tempo, vislumbro a "Escola Fazendária", na esquina da Rua das Flores com Rua do Carmo. Ocupando um prédio que foi uma escola, depois, outra e depois outra.
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