
Corujas inquietas
Caminhar à noite pelo bairro é ato de irresponsabilidade. Mas ontem foi exatamente o que fizemos. Horário de verão, tarde quente, perfume de terra molhada, ar limpo depois da chuva

Caminhar à noite pelo bairro é ato de irresponsabilidade. Mas ontem foi exatamente o que fizemos. Horário de verão, tarde quente, perfume de terra molhada, ar limpo depois da chuva

As lembranças que tenho do rádio, eram minhas irmãs em volta de um (grande, tipo caixote, com chiados e muitas válvulas) ouvindo novelas. Ainda era pequena e não me interessava

Contra minha vontade, perdi os encontros dos contadores de histórias realizados no Martinelli. Mea culpa. E tanto que eu queria voltar ao velho edifício! Mas lembrei-me de um desenhista amigo,

Moro bem pertinho da estação, e o trem faz parte do meu dia a dia como faz parte do dia a dia de todas as pessoas que moram perto de

"Alguma coisa acontece no meu coração…." Difícil não lembrar da música do Caetano quando paramos naquela esquina famosa. É. Aquela mesma. Da Rua Ipiranga com a Avenida São João. Imortalizada

Acordo com um ruído conhecido, mas raro nesta época. É a chuva. E não está fraca. Como fôra anunciado na previsão do tempo, ela chegou mesmo, neste domingo, numa manhã

01 de julho de 2006, sábado à tarde, Vale do Anhangabaú (vi pela televisão, claro!). A tristeza estampada nos olhos do povo. O Brasil perdeu e saiu da copa. As

– Veja!– O quê, vô?– Ali…Era uma pipa, beirando a antena de celular. Nos prédios ao redor, um silêncio dominical. O avô em pé, preso ao neto que alcançava sua

Nas ruas de São Paulo o sertão está presente; vivo em cada esquina. Seja no sotaque de sua gente, seja nos cantadores urbanos que pululam aqui e ali, nos cegos

1954 – São Paulo fez 400 anosÉramos recém casados, morávamos na Lapa e subimos uma Rua Pio XI interiorana para chegar até o matagal de onde se avistava o vale
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