
Bolivianos
“Compadre, vengo sangrando desde los puertos de Cabra. Si yo pudiera, mocito, ese trato se cerraba. Pero yo ya no soy yo, ni mi casa es ya mi casa” [Federico

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Desde a juventude, eu passei a ler Carlos Drummond de Andrade. Influenciada por uma prima, a Cidinha, o mineiro de Itabira foi abrindo a minha alma amorosamente e com um

Confesso que foi meio casual a minha entrada como aluna num curso de terapias naturais. Início de 1984 e eu querendo continuar crescendo, fazendo vida nova, buscando outros saberes. Numa

Que pensamento extraordinário. Sem perceber encontrei-me à frente da banca de jornal existente no Largo da Pompeia, na década de 40, onde via, ali reunidos, muitos dos moleques do bairro

Tem gente que acredita que alguma outra coisa importa no mundo além de sexo, poder e dinheiro. Até entendo a posição desses ingênuos, à espera de recompensa e de salvação,

Fazia um calor forte marcando 30° graus, castigando quem estava nas ruas do centro da capital paulistana naquele verão de 1964. Subia a Avenida São João, a procura de filmes

Recentemente, dois amigos conterrâneos descobriram o site saopaulominhacidade e se cientificaram que escrevia parabenizando a minha veia poética. Do diálogo sobre o texto do Gilmar dos Santos Neves, história, escrita

Aparentando idade mais avançada que a real, a minha avó mexia a panela um tanto gasta pelo tempo e pelas muitas passagens da vida com a modesta colher de pau.

O nome dele era Paulo Arantes, eu fazia o ginásio no Liceu Vera Cruz, onde tivemos o imenso prazer de ter um professor de português que anos depois viria ser

Eu, João Alexandre, tive muitas alegrias morando na Rua Maria Carlota, 226, fundador dos Corujas de Vila Esperança Futebol de Salão, este nome porque usava a sede da escola de
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