
Re-visitando o centro da cidade
Neste sábado de 23 de agosto, fui ver como estava a cidade de São Paulo, cujas ruas, até o ano de 1969, eu tinha como a passarela dos meus passos.<br><br>Era

Neste sábado de 23 de agosto, fui ver como estava a cidade de São Paulo, cujas ruas, até o ano de 1969, eu tinha como a passarela dos meus passos.<br><br>Era

Estive lá, quase não acredito. Acho que foi no ano de 1964, 1965. Não sei. Sentíamos uma nova e estranha onda, as mensagens nos chegavam em garrafas, despertavam uma euforia

Alguém lembrou muito bem destas festas, aqui mesmo neste site, e de repente a minha memória me levou rapidamente como um flash para aquela época bonita da cidade de São

Uma recepção belíssima, amável e o máximo de simpatia aconteceu no Sebo do Messias nessa minha última ida a São Paulo, em dezembro último. Saindo da Padaria Santa Tereza, onde

Madrugada. Meio da década de 1970. Um quarentão, cabelo pastinha, bigodinho e terno branco, entra no bar abraçado com duas mulatas citáveis. O sapato branco do homem contrasta com o

Essa é dos gloriosos anos 70 do século passado, mais precisamente 1974, eu estava no segundo colegial e era um (devo confessar!) não muito dedicado aluno na matéria de Química.

Tinha medo de dentista.A imagem terrífica do boticão me assaltava — como sempre há de apavorar um pesadelo diurno. A mulher de branco, com sua voz melíflua e suas tenazes

Meu pai, que hoje tem 81 anos, nasceu na casa onde hoje ainda mora, na Rua Nilo, no bairro da Aclimação. A irmã mais velha dele, a minha tia Dora,

Centro de São Paulo, ano 1954, lá ia eu, oficceboy na época, com umgarrafão vazio, com a inscrição "Fontalis". Trocar o tal garrafão por um cheio, claro, de água Fontalis,

No final de dezembro, na minha última viagem à amada São Paulo, tive o feliz privilégio de caminhar pelas ruas do centro, acompanhada do meu filho Vinícius. Tomamos o ônibus
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