
Vila Olimpia
Vivi no Jardim Paulista entre 1960 (quando nasci) e 1971 num predinho esquina da Alameda Santos com Alameda Pamplona, e, algumas vezes, ia de bonde com meu avô Jamil até

Vivi no Jardim Paulista entre 1960 (quando nasci) e 1971 num predinho esquina da Alameda Santos com Alameda Pamplona, e, algumas vezes, ia de bonde com meu avô Jamil até

Quase sempre morei na zona sul. Exceto quando viemos para São Paulo e ficamos na região de Santa Cecília-Barra Funda, logo passei ao Planalto Paulista, e parecia não sair mais

“Ah, se eu pudesse viver novamente…! Faria tudo o que eu não fiz em minha vida!” Na verdade essas palavras são do poeta argentino Jorge Luiz Borges. No entanto, são

Os festejos folclóricos tão importantes culturalmente estão sendo relegados a um plano inferior e, quase totalmente esquecidos. Como eram gostosas as “festas caipiras” da minha juventude. Vale a pena recordar.

Nascemos e morávamos em uma fazenda, na então longínqua noroeste em uma cidade chamada Pongaí, no interior de São Paulo. Menininhos ainda, tínhamos, meu irmão e eu, um cavalo alazão

Eu caminhava pela subida da Avenida Carioca em direção de uma mina de água com objetivo se saciar a sede, acabei encontrando um grupo de garotos que iam jogar uma

50 anos. Como o tempo passa tão depressa. Parece que foi ontem.Vejo, hoje, os mesmos rostos com os quais convivi em tempo tão saudoso, quão feliz; na expressão de cada

Morei no bairro de Vila Pompéia alta. Ao lado do bairro chiquérrimo do Sumaré, próximo da igreja de Nossa Senhora de Fátima, onde havia uma área hoje ocupada pela estação

Que doce lembrança me trazem aqueles velhos sinos instalados no alto da torre da nossa Catedral, a velha Igreja Matriz de Santo Amaro! Seus badalos anunciavam o crepúsculo dos dias

O bairro do Brás era um bairro ótimo para morar, bem familiar, muita gente alegre, muito calor humano, lá, estava a simplicidade. Aquelas ruas todas eram acolhedoras. Havia muitos espanhóis,
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