
Metrô
Desde sempre, sou usuário do metrô paulistano. Por volta de 1976, para ir à Escola de Educação Física Estadual, meu itinerário era até a Estação Ponte Pequena, que depois virou

Desde sempre, sou usuário do metrô paulistano. Por volta de 1976, para ir à Escola de Educação Física Estadual, meu itinerário era até a Estação Ponte Pequena, que depois virou

Da minha infância, <br>Tenho muita saudade<br>Das brincadeiras de rua<br>Na maior felicidade<br><br>De boneca, ou pega-pega<br>Barra manteiga, ou mãe da rua<br>Pulando corda, ou trepa-trepa<br>Eu vivia, no mundo da lua<br><br>Como era bom, aquele

Graças a minha cidade hoje eu me tornei um poeta! Tenho 50 anos de idade e me considero um brasileiríssimo paulistano, pois sempre amei a minha cidade, o meu país,

Na época de 80 trabalhei de ajudante de depósito de materiais de construção. Passei a motorista, mas meu sonho era trabalhar com ônibus para conhecer a cidade toda e carregar

São Paulo, capital, 3h30 da madrugada. Sentado no sofá, olhando para a TV sem ver nada, enxergando somente o que meus pensamentos distantes mostram, com os olhos irritados pelo sono,

Tinha nove anos, estava no primário, no Grupo Escolar Romão Puiggari, morava no Braz, a professora organizou uma visita ao Parque do Ibirapuera, recém inaugurado, minha mãe concordou com minha

Nas décadas de 50/60, o paulistano que precisava matar a fome apelava para um cachorro-quente e um refrigerante. O cachorro-quente era montado a pedido do freguês. Um crocante pãozinho francês

Costumo cantar, algumas vezes, uma canção que aprendi no grupo de Canto Orfeônico do Grupo Escolar Rodrigues Alves, onde estudei. Apesar de, na época, ser quase final dos anos 60

Nasci em 1950, no Bairro de Vila Carmem no Brooklin, meus pais, Josef e Agnes, moravam de aluguel, no bairro citado, quando chegaram da Europa, após a Segunda Grande Guerra
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