
Meu primo paulistano
Retroagindo aos belos tempos de infância paulistana que não mais voltam, quando aqui no Brooklin/Santo Amaro residíamos, veio-me à memória um fato que ficou marcado e que poderia ter sido

Retroagindo aos belos tempos de infância paulistana que não mais voltam, quando aqui no Brooklin/Santo Amaro residíamos, veio-me à memória um fato que ficou marcado e que poderia ter sido

Na fila do caixa do mercadinho, ouvimos os gritos: <br>- “Pois o que eu quero é que você morra!”<br><br> Tudo isto porque, quando a mulher levara a mão ao coração,

Essa história é real, segundo o meu irmão José, residente no Jaraguá. Tenho uma prima que mora na capital paulista, viúva de um cidadão chamado Rubens. O nosso saudoso primo

Pois bem, tinha meu cunhado, Arnaldo Passacantando, já falecido, trabalhado na Light (seu único emprego na vida), por coincidência, trabalhava lá também o marido de minha prima Amália, Rubens, e
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