
Macarronada da Mama
Gemas de um colar de recordações. Nesta trepidante, cativa, brilhante, humana, perversa e amável cidade de São Paulo, no meu querido bairro do Brás, tive uma infância e juventude recheadas

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À direita da Via Anchieta, km 12, no sentido São Paulo – Santos, tem um bairro operário que se chama Jardim Maristela. Um pouco mais à frente, no km 14,

Há quarenta e sete anos atrás, abria na Rua Dona Ana Néri, 282, na Mooca, a casa onde se podia comer o mais delicioso churro, preparado pelo senhor Antônio Garcia

Pelos idos de 1975, trabalhava atrás do Teatro Municipal, mais precisamente no edifício em que abriga o imponente Grupo Votorantim. Assim, todas as tardes quentes, eu e meus amigos do

Pelos idos de 43 ou 44, não me recordo, meu pai baixou as portas do armazém Guarani, na Rua da Consolação, pois estava passando o enterro de Monteiro Lobato. O

Durante muitos anos, morei em dezenas de pensões. Ora perdidas em distantes bairros, ora em antigas e históricas ruas próximas ao centro. Aquelas vetustas mansões, remanescentes da decadente aristocracia cafeeira,

Damião, um velho amigo meu, vivia ultimamente meio que aborrecido. Seu casamento de quase 25 anos não ia bem. Ele e sua mulher constantemente discutiam. A harmonia, que sempre imperou
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