Essa geração de professores era vocacionada para tal, pois tínhamos escolas como: Colégio Costa Manso, Enio Voss, Alberto Conte, Pe. Manoel de Paiva, no qual estudei, Alberto Levi, entre outras tantas. Eram ótimas escolas, pois sobravam alunos. As vagas eram disputadíssimas, além do que, não havia tantas escolas.
Havia o grupo escolar Prof. Isaltino de Mello, também estudei nele. Ah! O Grupo escolar Martim Francisco (nesse também estudei), não desmerecendo outra geração de professores, esses foram os que alavancaram a educação em São Paulo. Sentia em todos eles um carinho muito grande para com seus alunos, embora tenha tomado "um peteleco na orelha", da minha querida professora Clarice, do Martim Francisco, foram professores que jamais deveriam ser esquecidos.
Só vi uma escola, no Jardim Americanópolis, onde há o nome da querida diretora Heloisa Carneiro, do também Martim Francisco.
Do grupo escolar Prof. Isaltino de Melo, tínhamos o Sr. Nascimento. Naquela época tínhamos um diretor de primário, que só andava de terno. Tomei até uma suspensão, lógico, por briguinhas com os queridos amiguinhos; saíamos no tapa, como bom descendente de italiano.
Todos os professores merecem homenagens mas, com certeza, essa geração merece muito mais. Deveriam ser lembrados constantemente, inclusive, com nomes em escolas, ruas, praças, parques, enfim, algo como forma de agradecimento pela riqueza que deixaram, chamada educação, a nós todos.
Infelizmente, atualmente professor é profissão, bico, tapa-buraco, sei lá mais o que, guardadas as devidas proporções.
Com certeza, somos muito gratos a todos.