Chamava-se assim: Escola Normal do Brás, Instituto Feminino de Educação Padre Anchieta (IFEPA), ou depois, Instituto Estadual de Educação Padre Anchieta (IEEPA).<br><br>Fiz o primário, parte do ginásio, magistério e fui professora substituta ali. Quem conheceu sabe o quanto era uma escola querida…<br><br>Por ser a segunda melhor em São Paulo (a primeira era Caetano de Campos), uma vaga ali era disputada em uma prova escrita dificílima!<br><br>Passei por lá outro dia. O prédio da Rangel Pestana, "prédio velho", hoje é uma escola de arte, e o outro, é uma escola estadual. Ali naquele pátio cantávamos o Hino Nacional, em fila e com respeito.<br>Embaixo dos ipês, aprendemos a entoar as mais lindas canções folclóricas, patrióticas e eternas.<br><br>Respeitávamos todos os professores. Usávamos uniformes limpos e alinhados. Subíamos as escadas em silêncio, sem correr, pois senão levávamos castigo verbal.<br><br>Perante tudo isso, as recordações invadiram minha mente. Ao subir as escadas, escutava nossas vozes pelos corredores, brincando; nossos risos discretos, mas sinceros.<br><br>Que saudade! Éramos muito felizes e sabíamos disso. Obrigada a todos os mestres da época que nos tornaram pessoas de caráter através de seus ensinamentos.<br><br>Instituto Estadual de Educação Padre Anchieta, querido templo do saber… Saudamos-te com emoção. (Hino ao Anchieta) “Baccio per tutti”…<br><br>E-mail: [email protected]