Grande encontro – equipe dunga

<br>No livro O Pequeno Príncipe há uma passagem que diz que somos responsáveis por quem cativamos e naquela época, anos 1960/1970 essa frase nos parecia antiga e até fora de moda, mas hoje, passados tantos anos, essa frase é real e palpável. Os irmãos Carlos e Célia Ferrari cederam a casa para realizar essa festa e com muito carinho tudo ficou perfeito.<br><br>Somos da Equipe Dunga, uma turma criada para reunir os jovens "do pedaço”, com o intuito principal de organizar bailes, jogos de vôlei na Rua Trabiju (que não tinha trânsito algum), ouvir música na garagem do Roberto e Toninho naquela vitrola portátil e que não faltava: The Beatles, Rolling Stones, Credence e muitos outros.<br><br>Nessa turma, a princípio, se reunia: Carlos e Célia Ferrari, Toninho e Roberto Francisco, Mara e Roseli Nabarrete, Helder Gouveia, Fernando e Claudio Leal, Rosana Cavazzana, Nídia Lícia de Pilla, Takashi e Sadao Mizutani, Maurinho Narioshi, Marquinho Castelar, Maria Cristina Castelar, Gabriel Castelar, Moacir e Marisa Scarpelli, Maura, Marisa e Marialda Messagi, Suely e Magali Correa, Maria Regina Marchi, Iara Pertusi, Ariovaldo Gonçalves, e Luiz e Tito Oliveira. Com o passar do tempo, como acontece sempre, nos dispersamos, cada um tomou seu rumo, uns casaram outros não e a Equipe agora tem outros componentes como: Suely Francisco, Verinha Santos, Nair Castelar, Márcia Castelar, José Diniz e Duca, Pedro e Simone Nabarrete, Angélica Leal e nosso querido Chico.<br><br>Agora, passados tantos anos, voltamos a nos reunir para dançar no dia 14/04/2012, para relembrarmos nossos bons tempos e ainda para fazermos planos para o futuro (temos fôlego). Essa casa, aliás, era a mesma que fazíamos nossos bailinhos nos anos 1960/1970, mas sempre com os olhos atentos de algum pai ou mãe.<br><br>Nessa festa de sábado agora, foi servida “Cuba Libre”, salgadinhos e muitos outros quitutes, ao som de “Do you wanna dance” pudemos relembrar bons momentos da juventude, inclusive alguns vestidos como: a minissaia da Nidia e a bota, a minissaia da Simone e a bota, a camisa” hippie” do Pedro, o colete “hippie” do Chico, a bata “hippie” da Mara e o vestido “hippie” da Roseli. A Luz Negra não poderia faltar nem “twist e rock and roll”. E como somos responsáveis por aqueles que cativamos, fica a certeza de que a amizade, quando sincera é perenemente cativada.<br><br>Hoje, já com cabelos brancos, uma dor aqui outra ali, sentimos que ainda somos os mesmos jovens de antes e, apesar da idade, ainda temos muito a oferecer e a receber desses amigos, companheiros da nossa jornada, que é a nossa vida. Infelizmente nos dias de hoje a juventude não tem o que nós tivemos e como era saudável e ingênuo nossos corações. Tomará que em algum lugar tudo volte ao que era no século XIX. Agradecemos aos irmãos essa linda oportunidade dizendo:<br>O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente." (Mario<br>Quintana) <br><br><br>[email protected]