Não me lembro de ter andado de bonde, mas me lembro de ter andado de ônibus, na saudosa década de 60, em que o motorista, extremamente educado, conhecia todas as ruas adjacentes ao seu roteiro e informava ao passageiro todas as dúvidas sobre endereços. Isto sem falar no seu uniforme: gravata, quepe e camisa de manga comprida.
Não podemos esquecer também do trocador (hoje cobrador), que nos chamava pelo nome.
É claro que a São Paulo daquela época era outra, e sei que não volta nunca, mas deixo registradinho aqui neste espaço que eu tive o privilégio de ter visto tudo isto. Que saudade…
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