
Terra que filho chora e mãe não sabe
Uma expressão popular que poderia ser mentiraMas não éQuantos filhos choram aquiE a mãe não sabe em NatalPensei que fosse mentiraSó pensei, porque a verdade compreendiFilho aqui chora sim. Eu

Uma expressão popular que poderia ser mentiraMas não éQuantos filhos choram aquiE a mãe não sabe em NatalPensei que fosse mentiraSó pensei, porque a verdade compreendiFilho aqui chora sim. Eu

Nossa, parece que foi ontem, mas já se passaram tantos anos! Eu com dezesseis aninhos (hoje, 54), no Cine Candelária, na estréia de Let It Be, dos Beatles. Quase nem

Hair foi o primeiro grande musical que eu assisti. Foi um "auê", um dos maiores acontecimentos na cidade. Em tempos de ditadura, deu uma refrescada. Era um musical sobre os

Era o início dos anos 1950. Tempo em que se podia brincar nas ruas sem o perigo de ser atropelado. Um tempo que as brincadeiras eram pular sela, mãe da

Não me lembro como a coisa começou, mas foi interessantíssimo. Há aproximadamente trinta anos foi criada uma alternativa de lazer para os paulistanos por uma iniciativa do SESC. Na Rua

E aí, adolescentes e jovens dos anos 60, lembram-se dos piqueniques que as escolas e clubes de várzeas promoviam? Às vezes era para Santos, mas na maioria das vezes era

(Anos 60/70) Um belo dia eu deixei de ser o "cocco di mamma" (queridinho da mamãe), o "cherubino della nonna" (o querubim da vovó), o "bel principe del babbo e

Uma das coisas mais marcantes da minha infância foi o rádio de casa. Não era o famoso "Capelinha", que via nas casas dos meus amigos, mas era igualmente de caixa

Na década de sessenta havia programação infantil em vários canais: Pulmann Junior (se não me falha a memória era na Record); Estrela Pim Pam Pum (Tupi); Záz-Trás (Canal 5); Tic-Tac

Bons tempos de criança na década de 1950, quando as brincadeiras nada se pareciam com as de hoje. Época em que o pai trabalhava e a mãe cuidava do lar,
2023 © São Paulo Turismo S/A. CNPJ: 62.002.886/0001-60