
Rua Augusta 1958 / 1960
Que dias maravilhosos quando a Rua Augusta foi o ponto de encontro da juventude paulistana, principalmente nas tardes de domingo. Encontrávamos a turma do colégio e da ACM para assistir

Que dias maravilhosos quando a Rua Augusta foi o ponto de encontro da juventude paulistana, principalmente nas tardes de domingo. Encontrávamos a turma do colégio e da ACM para assistir

Com cinco anos eu já sabia ler um pouquinho, porque meu pai me ensinava com os jornais da época. Não era o usual em 1935, no meu contexto socioeconômico. Em

Não há como ficar indiferente ao cotidiano em São Paulo,principalmente quando se mora em frente a um jornal de grande circulação no país. Não poderia deixar de esquecer a Barão

Morávamos na rua Ituiutaba, relativamente perto do Parque da Independência (sempre lembrado como Museu do Ipiranga), nos fundos do Instituto Padre Chico. Quando ganhei meu triciclo, meu pai me levava

Antigos moradores do bairro ainda se lembram das "Porteiras do Brás", que ocasionavam graves problemas, com o crescimento da cidade. Em 1937, um jornal escrevia: "Enquanto a picareta, trabalhando incessantemente,

Vinha apressado da Paulista rumo a minha casa. Mais uma vez estava passando por aquela avenida em frente ao Ginásio do Ibirapuera. O trânsito como sempre infernal. Mais um pouco

Ah! que saudades que tenho dos meus 4 anos (mais ou menos) na década de 40.Lembro-me de quando minha mãe, D. Rosita era professora primária na Escola Caetano de Campos,

Hoje, quem passa na avenida Paulista observa na esquina com a alameda Joaquim Eugênio de Lima o edifício Savoy, com suas janelas de vidro dourado espelhado. Poucos talvez saibam –

Trabalhei na Biblioteca do Colégio Rio Branco, nos anos anteriores a 1958, quando o Colégio ainda estava na Dr. Vila Nova. Eu ia para lá com meu Romi Isetta e

Nasci e residi no interior de São Paulo até meus 20 anos de idade.Dos 20 aos 30 anos, morei e trabalhei em São Paulo e depois voltei a morar na
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