Todo o Ano Novo torna-se momento para renovar esperanças, todavia neste último, passei a revolver lembranças. De tal modo, cheguei até 1966, quando tinha 13 anos de idade e residia na Vila Brasilândia. <br><br>De segunda a sexta-feira era uma alegria encontrar a turma na parte baixa do Viaduto Nove de Julho, na Casa do Pequeno Trabalhador, uma Entidade que deveria existir ou continuar a existir, pois lá tínhamos trabalho, lazer escola e formação de caráter. <br><br>Recordei-me de pessoas queridas, principalmente da Professora Clélia de Castro, que residia na Rua Jaguaribe, de Dona Tereza, diretora da Instituição, o Inspetor Sebastião, Dona Rita e outros que preparavam nosso café e almoço: únicas refeições que eu fazia ao longo do dia.<br><br>Seguindo nas recordações vieram os amigos da época, principalmente meu companheiro Guilhermino que morava próximo ao meu bairro, Eronildes, Ernando (o nosso riquinho), Casaes, entre outros.<br><br>Ficarei grato se puder encontrar qualquer um daquela turma.<br><br>Teremos bons momentos de recordar, pois recordar também é viver.<br><br>Abraços a todos!<br><br><br>E-mail: [email protected]<br>