Tive ótimos amigos da Região Nordeste do Brasil.<br>A primeira amiga foi a Ana Lúcia, baiana querida. Foi minha chefe no primeiro emprego que tive. Ela era a sobrinha do engenheiro Mathias e ficamos grandes amigas. Foi ela que me ensinou a dirigir e, infelizmente, a fumar. Com a desculpa de acender o cigarro enquanto dirigia, fui, aos poucos, adotando esse vício maldito. Ainda bem que hoje já não fumo mais.<br>No segundo emprego conheci a querida Maria Nilce, uma alagoana “arretada da muléstia!”. Nunca vi uma pessoa tão alto astral, a risada dela era contagiante e com ela não tinha tempo quente. Trabalhávamos juntas no mesmo departamento (contabilidade) e fazíamos uma dupla dinâmica.<br>Nesse mesmo emprego também havia uma pernambucana que se tornou minha amiga duradoura. Até hoje ela me visita e trocamos e-mails. Risoneide foi uma colega/amiga. Era minha companheira de shoppings, paqueras, viagens, restaurantes, cartomantes, etc., etc. Grande amiga, leal e confidente.<br>Não posso deixar de citar um homem. Ele era de São Luís do Maranhão, o Elias. Seu apelido era "Maranhão", dado pelo nosso chefe. Maranhão era pau-pra-toda-obra! Qualquer coisa que precisássemos era só chamar o Elias, que estava sempre pronto com um sorriso no rosto. Era engraçado quando ele tirava férias e ia ver a família em São Luis, quando do seu retorno a gente sempre perguntava:<br>- E aí, Elias, a família aumentou? Na época ele tinha sete filhos. Hoje já deve ter um monte de netos. Grande Maranhão!<br>Depois que me mudei para o interior, ainda faço amizades com nordestinos, conheci a Angelina, outra pernambucana arretada, dona de um grande sorriso e amiga de todas as horas.<br>É isso, São Paulo tem lugar pra todos, felizmente!<br><br><br>e-mail do autor: [email protected]