Miguel, magnífico moço de maio. Manuseando manuscritos muitos meses mantidos, minha mente mesmo mediana, mas magistralmente motivada, mesclou, em modesta montagem, múltiplas mensagens, mirando mais meu modelo de mano e mestre, ou melhor, de mestre e mano. “Metamorfoseastes marujos em ministros; menestréis em monarcas; mendigos em mestres; miseráveis em manás, e muito mais, montou microscópico mapa da mina e melhor, mostrando, mágico e moderno, massudo e maneiro, madrigalista, mancebo do mundo e matraqueador menino de maio. Mito e marca maior de muitas mulheres, madames, matriarcas, madonas ou megeras, moçoilas ou maduras, mantivestes-te maravilhosamente melífluo, monitorando milhões e, másculo e monopolizador, manifesta-te em manufatura maestra de mentes, massas e mundos. Mensurar Mmmms e matraquear melodias, murmurar macarrônicas modinhas, misturar motes e machucar Machadianas memórias não (mmmm, misero e maneiro monossílabo mantido à mão) mitigam medo, minimizam misérias, maquiam maquiavélicas missões, mas mostram mera mensagem do metido a maioral, mas menor, meio míope (ou míope e meio), matusquela, mequetrefe e (misericórdia) marinheiro de muitos maremotos. Munhoz
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