Homenagem a Miguel Chammas

Miguel, magnífico moço de maio. Manuseando manuscritos muitos meses mantidos, minha mente mesmo mediana, mas magistralmente motivada, mesclou, em modesta montagem, múltiplas mensagens, mirando mais meu modelo de mano e mestre, ou melhor, de mestre e mano. “Metamorfoseastes marujos em ministros; menestréis em monarcas; mendigos em mestres; miseráveis em manás, e muito mais, montou microscópico mapa da mina e melhor, mostrando, mágico e moderno, massudo e maneiro, madrigalista, mancebo do mundo e matraqueador menino de maio. Mito e marca maior de muitas mulheres, madames, matriarcas, madonas ou megeras, moçoilas ou maduras, mantivestes-te maravilhosamente melífluo, monitorando milhões e, másculo e monopolizador, manifesta-te em manufatura maestra de mentes, massas e mundos. Mensurar Mmmms e matraquear melodias, murmurar macarrônicas modinhas, misturar motes e machucar Machadianas memórias não (mmmm, misero e maneiro monossílabo mantido à mão) mitigam medo, minimizam misérias, maquiam maquiavélicas missões, mas mostram mera mensagem do metido a maioral, mas menor, meio míope (ou míope e meio), matusquela, mequetrefe e (misericórdia) marinheiro de muitos maremotos. Munhoz

e-mail do autor: [email protected]