Três paulistas ilustres

Diogo Antonio Feijó, o grande regente foi religioso e estadista brasileiro. Foi deputado por São Paulo às Cortes de Lisboa em 1821, juntou-se aos chamados brasileiros separatistas, que pugnavam em Portugal pela Independência do Brasil.
Luiz Gonzaga Pinto da Gama, o abolicionista e republicano era filho de uma africana (Luísa Mahin) e foi vendido a mercadores de escravos quando tinha 9 anos de idade e levado para o Rio de Janeiro. Tendo sido recambiado para São Paulo obteve alforria. Ingressou na Força Pública, exercendo depois inúmeras profissões: foi copista, amanuense, escrivão da polícia, jornalista, advogado, cultivando também a poesia (distinguindo-se, sobretudo, como poeta satírico).
Eduardo da Silva Prado, o campeão das liberdades democráticas. Diplomata, jornalista e escritor brasileiro. Escreveu diversos artigos políticos na Revista de Portugal dirigida por Eça de Queirós, que seriam reunidos mais tarde no livro intitulado Fatos da Ditadura no Brasil. Escreveu depois a Ilusão Americana, cuja primeira edição o governo brasileiro apreendeu, o que lhe deu ainda maior renome. Membro da Academia Brasileira de Letras, fez parte também do IBGE.

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